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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

NASA sobe expectativas sobre descoberta de vida extraterrestre

A NASA marcou para hoje, quinta-feira, às 19:00 (hora de Lisboa) uma conferência de imprensa em Washington que está a levantar enormes expectativas, e que, segundo a própria NASA, “terá impacto na procura de provas de vida extraterrestre”.

Perante o anúncio da NASA, os amantes do espaço e de extraterrestres já inundaram a blogosfera com especulações sobre o alcance das revelações.
Uma das possibilidades de que fala a imprensa internacional prende-se com a descoberta de uma bactéria nos Lago Mono, no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, rico em arsénico, metal que se considerava ser demasiado venenoso para permitir a existência de vida. Mas esta bactéria utiliza como meio de sobrevivência o próprio arsénico, o que alarga de forma significativa a possibilidade de haver vida no universo, em planetas onde antes se considerada ser impossível.

A outra hipótese levantada na imprensa internacional é a de que a NASA, agência espacial norte-americana, vai fazer uma revelação relacionada com a descoberta de oxigénio e dióxido de carbono na densa atmosfera da lua Rhea, a segunda lua na órbita de Saturno. Às 19:00 logo se verá o que tem a NASA para dizer.

Fontes: DN, Público

sábado, 13 de novembro de 2010

Implante microelectrónico intraocular: A esperança para pessoas cegas

Mikka Terho, com 46 anos de idade, sofre de uma doença degenerativa hereditária da retina chamada retinite pigmentosa, que foi destruindo progressivamente as células receptoras de luz das suas retinas. 
Estima-se que, no mundo, sejam mais de 15 milhões as pessoas que ficaram cegas devido a esta ou outras doenças com as mesmas características.  
   
Mikka Terho, e outras duas pessoas, participaram com sucesso no teste piloto de um dispositivo micro-electrónico capaz de fazer o que teriam feito as células foto-receptoras, se ainda estivessem funcionais. 
Nenhuma destas três pessoas conseguia ver muito mais do algumas diferenças marcadas de luminosidade.

 “Estes resultados mostram, pela primeira vez, que [o dispositivo] pode fornecer uma percepção visual pormenorizada e significativa a pessoas previamente cegas”, escrevem os cientistas. Para além de permitir melhorar a resolução ou o contraste das imagens, a próxima fase da agenda vai consistir em garantir a estabilidade do dispositivo a longo prazo e em torná-lo virtualmente invisível.Os primeiros resultados obtidos com o dispositivo em questão acabam de ser publicados na revista Proceedings of the Royal Society B.

Mais informação em Público Online.